Equipamentos Londrina - Notícias http://www.equipamentoslondrina.com.br/noticias-rss Assine nossos Feeds no formato RSS 2.0 e receba notas a cada atualização de notícias. pt-br Notícias RSS - Equipamentos Londrina http://www.equipamentoslondrina.com.br/img/logo.jpg http://www.equipamentoslondrina.com.br <![CDATA[NOVE PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O DIESEL S50 (19/01/2012 16:16:00)]]> http://www.equipamentoslondrina.com.br/noticias/19/01/2012/diesel-s-50/ <p><img src="http://www.equipamentoslondrina.com.br/img/news/diesel-s-50_1_150.jpg" alt="NOVE PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O DIESEL S50"></p> <p><em></em></p> <p><p><strong>1 - Qual é o cronograma para implantação do diesel de baixo teor de enxofre?</strong><br> - Disponibilizar o Diesel S-50 em postos selecionados para os veículos leves e pesados, movidos a diesel, produzidos a partir de 1° de janeiro de 2012.<br> - Em 1° de janeiro de 2013, será disponibilizado o Diesel S-10, e com isso a Petrobras antecipa a substituição de todo Diesel S-50 por Diesel S-10.<br> - A partir de 1° de janeiro de 2014, todo Diesel S-1800 para uso rodoviário será substituído por Diesel S-500.<br><br> <strong>2 - Os caminh&otilde;es e &ocirc;nibus antigos poder&atilde;o utilizar o Diesel S-50?</strong><br> Sim. Os benef&iacute;cios do diesel de baixo teor relacionados &agrave; conserva&ccedil;&atilde;o do motor podem ser usufru&iacute;dos pelos ve&iacute;culos fabricados antes de 2012. No entanto, os benef&iacute;cios ambientais ser&atilde;o menores quando comparados com os que ve&iacute;culos P7 proporcionam, e at&eacute; mesmo nulos no caso de ve&iacute;culos muito antigos. Nos motores atuais, com tecnologia P5 (equivalente ao Euro 3), o benef&iacute;cio &eacute; a redu&ccedil;&atilde;o de 10 a 15% na emiss&atilde;o de material particulado.<br><br> <strong>3 - O Diesel S-50 tem validade?</strong><br>No caso do diesel é aconselhável que não se estoque o produto por mais de três meses.<br><br> <strong>4 - Os postos precisarão ser adaptados para receber o novo diesel?</strong><br> - O Diesel S-50 tem características diferentes do diesel atual, necessitando armazenagem exclusiva.<br> - Os equipamentos em uso no posto (tanque, filtro e bomba de diesel) podem ser disponibilizados para a venda de diesel com baixo teor de enxofre, quando este produto estiver disponível no mercado, desde que sejam previamente limpos o tanque e o filtro.<br> - A decisão da construção ou não de um novo tanque dependerá da decisão do dono do posto e dependerá do número de tanques disponíveis em sua instalação.<br><br> <strong>5 - O filtro usado no posto para o S-500 pode ser o mesmo para o S-50?</strong><br> Os equipamentos em uso no posto (tanque, filtro e bomba de diesel) podem ser disponibilizados para a venda de diesel com baixo teor de enxofre, desde que sejam previamente limpos o tanque e o filtro (substituição dos elementos filtrantes). Cabe, no entanto, observar que para cada tipo de produto (ex: Diesel S-50, Diesel S-500) é necessário um filtro exclusivo.<br><br> <strong>6 - O que é tecnologia de motor SCR e EGR?</strong><br>São tecnologias mais sofisticadas em motores que provocam menor nível de emissão, sendo que a escolha de qual tecnologia utilizar foi feita pelos fabricantes de veículos com base na sua estratégia de negócios:<br><br> - Sistema de redução catalítica seletiva (SCR - Selective Catalytic Reduction) para o escape de gases, necessita de ARLA 32 no sistema catalítico;<br> - Sistema de recirculação de gases de escapamento (EGR - Exhaust Gas Recirculation) como opção ao sistema SCR, não necessita de ARLA 32. Essas inovações, para o seu correto funcionamento, implicam que os veículos sejam abastecidos com óleo diesel com baixo teor de enxofre (S-50 ou S-10).<br><br><strong>7 - O que é o ARLA 32?</strong><br>ARLA 32 é uma solução de uréia com alto grau de pureza, diferente da uréia fertilizante e industrial. ARLA é a abreviação de <strong>A</strong>gente <strong>R</strong>edutor <strong>L</strong>íquido de óxidos de nitrogênio (NOx) <strong>A</strong>utomotivo. O número 32 refere-se à concentração da solução (32,5%). Flua Petrobras é o ARLA 32 produzido e comercializado pela Petrobras. Flua Petrobras é um fluido não inflamável, não tóxico, não perigoso e não explosivo e, portanto, muito seguro. Não é nocivo ao meio ambiente e está classificado na categoria dos fluidos transportáveis de baixo risco.<br><br><strong>8 - Se eu comprar uréia e misturar com água, o efeito é o mesmo?</strong><br> Não. A uréia comercializada no Brasil para outros fins não tem nenhuma relação com o ARLA 32. A utilização de qualquer tipo de solução líquida nos tanques dos novos veículos que não seja o ARLA 32 poderá danificar seriamente o catalisador, podendo levar, inclusive, à sua perda total.<br><br><strong>9 - O uso do ARLA 32 é obrigatório para os veículos com a tecnologia SCR?</strong><br> Sim. Caso o veículo não utilize o ARLA 32, as emissões de NOx serão extremamente altas e o sistema de monitoramento do motor irá agir para que o veículo não polua.<br> O OBD (On Board Diagnosis), sistema de sensores que medem a qualidade das emissões de gases do veículo, vai alertar ao motorista que ele tem até 48 horas para abastecer o reservatório de ARLA 32. Caso contrário, o veículo perderá potência.<br></p><p></p><p><br>Fonte: BR Distribuidora, produtos automotivos, diesel S50.</p></p> 2012-01-19 16:16:00 Equipamentos Londrina http:///noticias/19/01/2012/diesel-s-50/ <p> </p> Equipamentos Londrina <![CDATA[PROIBIDO A UTILIZAÇÃO DE TERMÔMETROS DE MERCÚRIO NOS POSTOS DE COMBUSTÍVEIS DE SÃO PAULO (10/01/2012 16:20:00)]]> http://www.equipamentoslondrina.com.br/noticias/10/01/2012/termometros/ <p><img src="http://www.equipamentoslondrina.com.br/img/news/termometros_1_150.jpg" alt="PROIBIDO A UTILIZAÇÃO DE TERMÔMETROS DE MERCÚRIO NOS POSTOS DE COMBUSTÍVEIS DE SÃO PAULO"></p> <p><em>O MPT Ministério Público do Trabalho notificou os postos de São Paulo no final de 2010.</em></p> <p><p> O INMETRO apoiou o MPT na proibição do termômetro tradicional e futuramente isto deverá se estender por todo o país.</p> <p> O mercúrio proporciona diversos males à saúde dos seres humanos e tem efeito cumulativo. Embora a quantidade de mercúrio existente em cada termômetro usado no posto seja pequena, se multiplicada pela grande quantidade existente no país passa a ser muito significativa.</p></p> 2012-01-10 16:20:00 Equipamentos Londrina http:///noticias/10/01/2012/termometros/ <p> O MPT Ministério Público do Trabalho notificou os postos de São Paulo no final de 2010. </p> Equipamentos Londrina <![CDATA[PROIBIDO A UTILIZAÇÃO DE TERMÔMETROS DE MERCÚRIO NOS POSTOS DE COMBUSTÍVEIS DE SÃO PAULO (22/06/2011 00:00:00)]]> http://www.equipamentoslondrina.com.br/noticias/22/06/2011/proibido-a-utilizacao-de-termometros-de-mercurio-n/ <p><img src="http://www.equipamentoslondrina.com.br/img/news/proibido-a-utilizacao-de-termometros-de-mercurio-n_1_150.jpg" alt="PROIBIDO A UTILIZAÇÃO DE TERMÔMETROS DE MERCÚRIO NOS POSTOS DE COMBUSTÍVEIS DE SÃO PAULO"></p> <p><em>O MPT Ministério Público do Trabalho notificou os postos de São Paulo no final de 2010 estabelecendo prazo de seis meses para a substituição dos tradicionais termômetros de mercúrio por outros sem mercúrio. </em></p> <p><p>O INMETRO apoiou o MPT na proibição do termômetro tradicional e futuramente isto deverá se estender por todo o país.</p> <p>O mercúrio proporciona diversos males à saúde dos seres humanos e tem efeito cumulativo. Embora a quantidade de mercúrio existente em cada termômetro usado no posto seja pequena, se multiplicada pela grande quantidade existente no país passa a ser muito significativa.</p></p> 2011-06-22 00:00:00 Equipamentos Londrina http:///noticias/22/06/2011/proibido-a-utilizacao-de-termometros-de-mercurio-n/ <p> O MPT Ministério Público do Trabalho notificou os postos de São Paulo no final de 2010 estabelecendo prazo de seis meses para a substituição dos tradicionais termômetros de mercúrio por outros sem mercúrio. </p> Equipamentos Londrina <![CDATA[CADASTRAMENTO DE POSTOS DE COMBUSTÍVEIS NO IAP A PARTIR DIA 15 DE MAIO DE 2011 (25/05/2011 00:00:00)]]> http://www.equipamentoslondrina.com.br/noticias/25/05/2011/cadastramento-de-postos-de-combustiveis-no-iap-a-p/ <p><img src="http://www.equipamentoslondrina.com.br/img/news/cadastramento-de-postos-de-combustiveis-no-iap-a-p_1_150.jpg" alt="CADASTRAMENTO DE POSTOS DE COMBUSTÍVEIS NO IAP A PARTIR DIA 15 DE MAIO DE 2011"></p> <p><em>No último dia 15 de maio começou o prazo para os postos de combustíveis do Paraná se cadastrarem no IAP (Instituto Ambiental do Paraná) para conseguirem o licenciamento ambiental. Fique atento, pois o prazo vai até o dia 12 de agosto.</em></p> <p><p>&nbsp;</p><p align="center"><strong><a href="http://www.equipamentoslondrina.com.br/pdf/cadastro-postos-iap.pdf" target="_blank">Clique aqui para abrir o PDF com todas as informações sobre o cadastro.</a></strong></p></p> 2011-05-25 00:00:00 Equipamentos Londrina http:///noticias/25/05/2011/cadastramento-de-postos-de-combustiveis-no-iap-a-p/ <p> No último dia 15 de maio começou o prazo para os postos de combustíveis do Paraná se cadastrarem no IAP (Instituto Ambiental do Paraná) para conseguirem o licenciamento ambiental. Fique atento, pois o prazo vai até o dia 12 de agosto. </p> Equipamentos Londrina <![CDATA[ATENÇÂO PROPRIETÁRIOS E GERENTES DE POSTOS DE COMBUSTÍVEIS!! (01/02/2011 00:00:00)]]> http://www.equipamentoslondrina.com.br/noticias/01/02/2011/atencao-proprietarios-e-gerentes-de-postos-de-comb/ <p><img src="http://www.equipamentoslondrina.com.br/img/news/atencao-proprietarios-e-gerentes-de-postos-de-comb_1_150.jpg" alt="ATENÇÂO PROPRIETÁRIOS E GERENTES DE POSTOS DE COMBUSTÍVEIS!! "></p> <p><em>O SENAI em parceria com a Equipamentos Londrina acaba de lançar um novo curso sobre: QUALIDADE, SEGURANÇA E MEIO AMBIENTE PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS.</em></p> <p><p>&nbsp;</p><p>Participe das aulas ministradas por pessoal experiente no ramo de postos de combustíveis. Tire suas dúvidas sobre as exigências do IAP, IPEM e PORTARIA 109, e outros. Haverá aulas práticas sobre operação e manutenção básica na bomba de combustível e ensaios de qualidade de combustíveis da ANP.</p> <p><strong>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO – AULAS TEÓRICAS E PRÁTICAS:</strong></p> <p><ul><li>Módulo 1 – Operacional: Gerenciamento, atendimento ao cliente, estratégias de vendas, comprometimento de equipe, limpeza e aspecto visual, etc.</li> <li>Módulo 2 – Técnico: Funcionamento de bombas, cuidados básicos nas instalações, boas e más práticas, características de tanques, sumps, caixas separadoras, cartilha ANP, etc.</li> <li>Módulo 3 – Qualidade, Segurança, Meio Ambiente e Saúde: Conama 273, Portaria109, licenciamento ambiental, áreas classificadas, exigências IPEM, emergências, etc.</li> </ul></p> <p><strong>INVESTIMENTO:</strong> R$ 380,00/aluno<br /> <strong>CONSULTORIA (OPCIONAL):</strong> R$ 300,00/módulo.<br /> <strong>LOCAL:</strong> SENAI LONDRINA R. Belém,844<br /> <strong>INSCRIÇÃO:</strong> (43) 3294 5157 Tathiana ou 3327 0170 Renata<br /> <strong>PERÍODO DE REALIZAÇÃO:</strong> 26/02/2011 a 11/06/2011 – 8h00 às 11h30 – Sábados quinzenais.</p></p> 2011-02-01 00:00:00 Equipamentos Londrina http:///noticias/01/02/2011/atencao-proprietarios-e-gerentes-de-postos-de-comb/ <p> O SENAI em parceria com a Equipamentos Londrina acaba de lançar um novo curso sobre: QUALIDADE, SEGURANÇA E MEIO AMBIENTE PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS. </p> Equipamentos Londrina <![CDATA[Adesivo “Etanol – ANP Denúncias” (24/06/2010 00:00:00)]]> http://www.equipamentoslondrina.com.br/noticias/24/06/2010/adesivo-etanol-anp-denuncias/ <p><img src="http://www.equipamentoslondrina.com.br/img/news/adesivo-etanol-anp-denuncias_1_150.jpg" alt="Adesivo “Etanol – ANP Denúncias”"></p> <p><em>A resolução ANP 14 estabelece a obrigatoriedade da colocação do adesivo.</em></p> <p><p> Caro revendedor</p> <p> Com a mudança da nomenclatura de álcool para etanol, a resolução ANP 14 de 26.05.2010 estabeleceu a obrigatoriedade da colocação do adesivo “ANP Denúncias”. Segue abaixo a respectiva resolução e o modelo do adesivo. Caso você necessite, <a href="http://www.equipamentoslondrina.com.br/bicos-mangueira-terminal-ponteira/adesivo-etanol-anp-obrigatorio-0800" target="_blank">estamos vendendo este adesivo a R$21,00 a unidade</a>.</p> <p> Até mais</p> <p> </p> <p class="author"> <b>Eng. Silvia Guimarães</b><br /> <a href="mailto:silvia.pros@hotmail.com" title="Enviar e-mail">silvia.pros@hotmail.com</a></p> <p> </p> <p> </p> <p> <strong>AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS<br /> RESOLUÇÃO ANP Nº 14, DE 26.5.2010 - DOU 27.5.2010</strong><br /> O DIRETOR-GERAL da AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL<br /> E BIOCOMBUSTÍVEIS - ANP, no uso de suas atribuições, de acordo com as<br /> disposições da Lei nº 9.478, de 6 de agosto de 1997, e da Resolução de Diretoria nº 449,<br /> de 25 de maio de 2010, e<br /> Considerando a necessidade de atualizar o telefone do Centro de Relações com o<br /> Consumidor - CRC da ANP, na Resolução ANP nº 39, de 10 de dezembro de 2009,<br /> torna público o seguinte ato:<br /> <strong>Art. 1º</strong> Fica alterado o art. 2º da Resolução ANP nº 39, de 10 de dezembro de 2009, que<br /> passa a vigorar com a seguinte redação:<br /> "Art. 2º Fica alterado o art. 13 da Resolução ANP nº 36, de 06 de dezembro de 2005,<br /> que passa a vigorar com a seguinte redação:<br /> "Art. 13. Fica estabelecida a obrigatoriedade dos revendedores varejistas de<br /> combustíveis automotivos fixarem nas bombas de AEHC, para perfeita visualização do<br /> consumidor, adesivo com logotipo da ANP com os seguintes dizeres em letras<br /> vermelhas Arial tamanho 42 em , este etanol combustível somente poderá ser<br /> comercializado se estiver límpido e incolor." Denúncias: 0800 970 0267""<br /> <strong>Art. 2º</strong> Fica concedido o prazo de 120 (cento e vinte) dias, aos revendedores varejistas<br /> de combustíveis automotivos, para atenderem o disposto nesta Resolução.<br /> <strong>Art. 3º</strong> Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.</p> <p> </p></p> 2010-06-24 00:00:00 Equipamentos Londrina http:///noticias/24/06/2010/adesivo-etanol-anp-denuncias/ <p> A resolução ANP 14 estabelece a obrigatoriedade da colocação do adesivo. </p> Equipamentos Londrina <![CDATA[Refinarias Brasileiras - Parte 2 (04/02/2010 00:00:00)]]> http://www.equipamentoslondrina.com.br/noticias/04/02/2010/refinarias-brasileiras-parte-2/ <p><img src="http://www.equipamentoslondrina.com.br/img/news/refinarias-brasileiras-parte-2_1_150.jpg" alt="Refinarias Brasileiras - Parte 2"></p> <p><em>A mais recente refinaria brasileira iniciou sua operação em 1980, portanto nossas refinarias têm mais de 30 anos e foram projetadas para atender às condições da época e expectativas de futuro que se tinha. </em></p> <p><p>&nbsp;</p> <p>Durante a década de setenta o Brasil só refinava óleo leve, pois tanto a importação que correspondia a 85% do consumo nacional, quanto a produção dos 15% restantes, era desse tipo de produto. </p> <p>Nos anos oitenta com as grandes descobertas da Bacia de Campos criou-se um problema de refino uma vez que a produção nacional passou a ser de petróleo pesado e ultra pesado. Embora tenha havido adaptações nas refinarias, ainda hoje é necessário importar óleo leve para equacionar o refino de petróleo, sendo que utilizamos 80% de óleo pesado nacional e 20% de óleo leve importado. As novas refinarias e as adaptações naquelas em operação estão sendo dimensionadas para processar o petróleo pesado nacional, mas também atenderão às recentes descobertas do pré-sal, que é um óleo tipo médio (tabela 1).</p> <p>&nbsp;</p> <p>TABELA 1- Classificação da Petrobrás de grau API (medida de densidade do petróleo)</p> <table align="center" width="700" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0"> <tr> <td valign="top"><p>TIPO DE PETRÓLEO</p></td> <td valign="top"><p>GRAU API</p></td> <td valign="top"><p>EXEMPLOS DE PETRÓLEO</p></td> <td valign="top"><p>VALOR US$</p></td> </tr> <tr> <td valign="top"><p>Asfalto</p></td> <td valign="top"><p>&lt; 15</p></td> <td valign="top"><p>&nbsp;</p></td> <td rowspan="7" valign="top"><p><img src="http://www.equipamentoslondrina.com.br/img/news/21/02/seta.jpg" alt="" width="12" height="139"></p></td> </tr> <tr> <td valign="top"><p>Ultra pesado</p></td> <td valign="top"><p>15 – 20</p></td> <td valign="top"><p>Maior parte do petróleo brasileiro atual</p></td> </tr> <tr> <td valign="top"><p>Pesado</p></td> <td valign="top"><p>20 – 25</p></td> <td valign="top"><p>Maior parte do petróleo brasileiro atual</p></td> </tr> <tr> <td valign="top"><p>Médio</p></td> <td valign="top"><p>25 -35</p></td> <td valign="top"><p>Pré-sal brasileiro</p></td> </tr> <tr> <td valign="top"><p>Leve</p></td> <td valign="top"><p>35 – 40</p></td> <td valign="top"><p>Petróleo árabe (!??)</p></td> </tr> <tr> <td valign="top"><p>Extra leve</p></td> <td valign="top"><p>40 – 45</p></td> <td valign="top"><p>&nbsp;</p></td> </tr> <tr> <td valign="top"><p>Condensado</p></td> <td valign="top"><p>&gt; 45</p></td> <td valign="top"><p>Petróleo Urucu (AM)</p></td> </tr> </table> <p>&nbsp;</p> <p>Outra questão é que as refinarias foram dimensionadas para produzir gasolina e óleo combustível. Atualmente o consumo daquele combustível tem diminuído continuamente perdendo mercado para o etanol e para o GNV, este em menor parte. O óleo combustível usado em indústrias não é um produto que se deseja produzir numa refinaria porque tem valor menor que o óleo cru (quando o material que entra na refinaria é mais caro que o material gerado caracteriza-se perda financeira); e tende a ser substituído pelo gás natural que é mais abundante e menos poluente. </p> <p>Ao longo do tempo foram feitas várias adequações no esquema de refino para produzir derivados de acordo com a demanda de mercado (gráfico 1) mas percebe-se que deve haver um incremento na produção de diesel pois atualmente o país não atende a demanda e é importador do produto. Embora o Brasil tenha dimensões continentais, o modal brasileiro acompanha o norte americano e é preponderantemente rodoviário. Como o consumo de diesel acompanha o crescimento do PIB e há expectativa de crescimento da economia, aliado às novas exigências de se produzir diesel com menor teor de enxofre, é grande a tendência de aumento do consumo do produto. </p> <p>&nbsp;</p> <p>GRAFICO 1- Produção Nacional de Derivados 2008</p> <p><img src="http://www.equipamentoslondrina.com.br/img/news/21/02/graf.jpg" alt="" width="448" height="301"></p> <p><span>Fonte: <a href="http://www2.petrobras.com.br/minisite/refinarias/portugues/graficoPnd.asp">http://www2.petrobras.com.br/minisite/refinarias/portugues/graficoPnd.asp</a></span></p> <p>&nbsp;</p> <p>Portanto as novas refinarias e aquelas em processo de readequação devem atender a situação do mercado atual e também fazer previsões acertadas do que acontecerá no futuro.</p> <p>&nbsp;</p> <p class="author"><b>Eng. Silvia Guimarães</b><br> <a href="mailto:silvia.pros@hotmail.com" title="Enviar e-mail">silvia.pros@hotmail.com</a></p> </p> 2010-02-04 00:00:00 Equipamentos Londrina http:///noticias/04/02/2010/refinarias-brasileiras-parte-2/ <p> A mais recente refinaria brasileira iniciou sua operação em 1980, portanto nossas refinarias têm mais de 30 anos e foram projetadas para atender às condições da época e expectativas de futuro que se tinha. </p> Equipamentos Londrina <![CDATA[Refinarias Brasileiras - Parte 1 (22/01/2010 00:00:00)]]> http://www.equipamentoslondrina.com.br/noticias/22/01/2010/refinarias-brasileiras-parte-1/ <p><img src="http://www.equipamentoslondrina.com.br/img/news/refinarias-brasileiras-parte-1_1_150.jpg" alt="Refinarias Brasileiras - Parte 1"></p> <p><em>As refinarias transformam óleo bruto em derivados de petróleo utilizando a matéria prima disponível para atender às necessidades de produtos do mercado consumidor.</em></p> <p><p>&nbsp;</p> <p>As refinarias transformam óleo bruto em derivados de petróleo utilizando a matéria prima disponível para atender às necessidades de produtos do mercado consumidor. </p> <p>Atualmente há treze refinarias em operação no Brasil, sendo doze da Petrobrás e uma privada, Manguinhos (tabela 1).</p> <p>&nbsp;</p> <p><strong>TABELA 1 – Refinarias Brasileiras 2009</strong></p> <table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" width="641"> <tr> <td width="187" valign="top"><p>REFINARIA</p></td> <td valign="top"><p>SIGLA</p></td> <td valign="top"><p>UF</p></td> <td valign="top"><p align="center">OPERAÇÃO</p></td> <td valign="top"><p align="center">PRODUÇÃO M3/DIA</p></td> <td width="166" valign="top"><p align="center">%UTILIZAÇÃO <br /> EM 2008 (1)</p></td> </tr> <tr> <td width="187" valign="top"><p>Refinaria de Paulínia</p></td> <td valign="top"><p>REPLAN</p></td> <td valign="top"><p>SP</p></td> <td valign="top"><p align="center">1971</p></td> <td valign="top"><p align="center">58.000</p></td> <td width="166" valign="top"><p align="center">89</p></td> </tr> <tr> <td width="187" valign="top"><p>Refinaria Landulfo Alves</p></td> <td valign="top"><p>RLAM</p></td> <td valign="top"><p>BA</p></td> <td valign="top"><p align="center">1950</p></td> <td valign="top"><p align="center">44.360</p></td> <td width="166" valign="top"><p align="center">91</p></td> </tr> <tr> <td width="187" valign="top"><p>Refinaria Henrique Lage</p></td> <td valign="top"><p>REVAP</p></td> <td valign="top"><p>SP</p></td> <td valign="top"><p align="center">1980</p></td> <td valign="top"><p align="center">40.000</p></td> <td width="166" valign="top"><p align="center">82</p></td> </tr> <tr> <td width="187" valign="top"><p>Refinaria Duque de Caxias</p></td> <td valign="top"><p>REDUC</p></td> <td valign="top"><p>RJ</p></td> <td valign="top"><p align="center">1960</p></td> <td valign="top"><p align="center">38.500</p></td> <td width="166" valign="top"><p align="center">106</p></td> </tr> <tr> <td width="187" valign="top"><p>Refinaria Getúlio Vargas</p></td> <td valign="top"><p>REPAR</p></td> <td valign="top"><p>PR</p></td> <td valign="top"><p align="center">1977</p></td> <td valign="top"><p align="center">30.000</p></td> <td width="166" valign="top"><p align="center">97</p></td> </tr> <tr> <td width="187" valign="top"><p>Refinaria Alberto Pasqualini</p></td> <td valign="top"><p>REFAP</p></td> <td valign="top"><p>RS</p></td> <td valign="top"><p align="center">1968</p></td> <td valign="top"><p align="center">30.000</p></td> <td width="166" valign="top"><p align="center">75</p></td> </tr> <tr> <td width="187" valign="top"><p>Refinaria Presidente Bernardes</p></td> <td valign="top"><p>RPBC</p></td> <td valign="top"><p>SP</p></td> <td valign="top"><p align="center">1954</p></td> <td valign="top"><p align="center">27.000</p></td> <td width="166" valign="top"><p align="center">99</p></td> </tr> <tr> <td width="187" valign="top"><p>Refinaria Gabriel Passos</p></td> <td valign="top"><p>REGAP</p></td> <td valign="top"><p>MG</p></td> <td valign="top"><p align="center">1968</p></td> <td valign="top"><p align="center">24.000</p></td> <td width="166" valign="top"><p align="center">95</p></td> </tr> <tr> <td width="187" valign="top"><p>Refinaria de Capuava</p></td> <td valign="top"><p>RECAP</p></td> <td valign="top"><p>SP</p></td> <td valign="top"><p align="center">1955</p></td> <td valign="top"><p align="center">8.500</p></td> <td width="166" valign="top"><p align="center">85</p></td> </tr> <tr> <td width="187" valign="top"><p>Refinaria de Manaus</p></td> <td valign="top"><p>REMAN</p></td> <td valign="top"><p>AM</p></td> <td valign="top"><p align="center">1953</p></td> <td valign="top"><p align="center">7.300</p></td> <td width="166" valign="top"><p align="center">85</p></td> </tr> <tr> <td width="187" valign="top"><p>Refinaria de Manguinhos</p></td> <td valign="top"><p>MANGUINHOS</p></td> <td valign="top"><p>RJ</p></td> <td valign="top"><p align="center">1954</p></td> <td valign="top"><p align="center">2.000</p></td> <td width="166" valign="top"><p align="center">Não divulgado</p></td> </tr> <tr> <td width="187" valign="top"><p>Refinaria Ipiranga</p></td> <td valign="top"><p>IPIRANGA</p></td> <td valign="top"><p>RS</p></td> <td valign="top"><p align="center">1938</p></td> <td valign="top"><p align="center">1.900</p></td> <td width="166" valign="top"><p align="center">Não divulgado</p></td> </tr> <tr> <td width="187" valign="top"><p>Fabrica de Lubrif. do Nordeste</p></td> <td valign="top"><p>LUBNOR</p></td> <td valign="top"><p>CE</p></td> <td valign="top"><p align="center">1966</p></td> <td valign="top"><p align="center">1.100</p></td> <td width="166" valign="top"><p align="center">86</p></td> </tr> <tr> <td width="284" colspan="2" valign="top"><p>TOTAL</p></td> <td colspan="2" valign="top"><p>BRASIL</p></td> <td valign="top"><p>312.660</p></td> <td width="166" valign="top"><p>&nbsp;</p></td> </tr> </table> <p><span>Fonte Tabela: Petrobrás - Eng. Elie Abadie; Fonte (1): ANP</span></p> <p>&nbsp;</p> <p>A REPLAN (SP) tem a maior produção, atende parte do mercado paulista e abastece a região centro oeste através de um gasoduto que vai até Brasília. A REDUC (RJ) é a mais complexa e a única com unidade de gás natural para suprir indústria petroquímica local. A RPBC (SP) em Cubatão é a mais adaptada para trabalhar com o petróleo nacional pesado e, embora antiga, é uma das mais rentáveis, a que mais produz diesel e gasolina e que fornece gasolina de melhor qualidade.</p> <p>No ramo de refinarias é usual fazer adaptações para satisfazer novas exigências de mercado sem a necessidade de arcar com os altos custos da construção de um novo complexo industrial. Estes projetos de readequação são conhecidos como “<em>revamp</em>” (<em>revision and ampliation</em>). A tabela 2 apresenta os números das três ultimas refinarias nacionais construídas e sua produção antes e depois do <em>revamp</em>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><strong>TABELA 2 – Produção de algumas refinarias antes e depois das revamp.</strong></p> <table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0"> <tr> <td width="199" valign="top"><p>&nbsp;</p></td> <td width="200" valign="top"><p align="center">Produção Antes da Revamp (m3/dia)</p></td> <td width="200" valign="top"><p align="center">Produção Após a Revamp (m3/dia)</p></td> </tr> <tr> <td width="199" valign="top"><p>REPLAN</p></td> <td width="200" valign="top"><p align="center">40.000</p></td> <td width="200" valign="top"><p align="center">58.000</p></td> </tr> <tr> <td width="199" valign="top"><p>REPAR</p></td> <td width="200" valign="top"><p align="center">20.000</p></td> <td width="200" valign="top"><p align="center">30.000</p></td> </tr> <tr> <td width="199" valign="top"><p>REVAP</p></td> <td width="200" valign="top"><p align="center">28.000</p></td> <td width="200" valign="top"><p align="center">40.000</p></td> </tr> <tr> <td width="199" valign="top"><p>TOTAL</p></td> <td width="200" valign="top"><p align="center">88.000</p></td> <td width="200" valign="top"><p align="center">128.000</p></td> </tr> </table> <p>&nbsp;</p> <p>Embora o <em>revamp</em> seja uma boa alternativa para melhorar o desempenho de uma refinaria, existe um limite para readequação e depois é necessário construir novas instalações. </p> <p>A decisão de onde implantar uma refinaria normalmente obedece a razões políticas, pois além da grande geração de empregos, ela traz ICMS para o estado. Entretanto é vital considerar que esteja próxima do mercado consumidor por questões de logística de transporte. O Brasil tem previsão de instalar mais cinco refinarias até 2015 que estão sendo projetadas para operar somente com o óleo pesado nacional (tabela 3).</p> <p>&nbsp;</p> <p><strong>TABELA 3 – Futuras Refinarias Brasileiras</strong></p> <table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" width="499"> <tr> <td width="163" valign="top"><p>REFINARIA</p></td> <td width="120" valign="top"><p>SIGLA</p></td> <td width="48" valign="top"><p>UF</p></td> <td width="84" valign="top"><p>ANO DE OPERAÇÃO</p></td> <td width="84" valign="top"><p>PRODUÇÃO M3/D</p></td> </tr> <tr> <td width="163" valign="top"><p>Refinaria Clara Camarão</p></td> <td width="120" valign="top"><p>&nbsp;</p></td> <td width="48" valign="top"><p>RN</p></td> <td width="84" valign="top"><p>2010</p></td> <td width="84" valign="top"><p>8.000</p></td> </tr> <tr> <td width="163" valign="top"><p>Refinaria Abreu e Lima</p></td> <td width="120" valign="top"><p>&nbsp;</p></td> <td width="48" valign="top"><p>PE</p></td> <td width="84" valign="top"><p>2011</p></td> <td width="84" valign="top"><p>36.600</p></td> </tr> <tr> <td width="163" valign="top"><p>Complexo Petroquímico RJ</p></td> <td width="120" valign="top"><p>COMPERJ</p></td> <td width="48" valign="top"><p>RJ</p></td> <td width="84" valign="top"><p>2012</p></td> <td width="84" valign="top"><p>23.900</p></td> </tr> <tr> <td width="163" valign="top"><p>Refinaria Premium I</p></td> <td width="120" valign="top"><p>PREMIUM I</p></td> <td width="48" valign="top"><p>MA</p></td> <td width="84" valign="top"><p>2014</p></td> <td width="84" valign="top"><p>95.500</p></td> </tr> <tr> <td width="163" valign="top"><p>Refinaria Premium II</p></td> <td width="120" valign="top"><p>PREMIUM II</p></td> <td width="48" valign="top"><p>PR</p></td> <td width="84" valign="top"><p>2015</p></td> <td width="84" valign="top"><p>47.700</p></td> </tr> <tr> <td width="163" valign="top"><p>&nbsp;</p></td> <td width="120" valign="top"><p>&nbsp;</p></td> <td width="48" valign="top"><p>&nbsp;</p></td> <td width="84" valign="top"><p>TOTAL</p></td> <td width="84" valign="top"><p>211.700</p></td> </tr> </table> <p><span>Fonte: Petrobrás - Eng. Elie Abadie.</span></p> <p>&nbsp;</p> <p>Atualmente os países que mais investem em refinarias são China, Índia, Arábia Saudita e Brasil. Os dois primeiros para suprir as necessidades de seu crescente mercado interno e a Arábia Saudita para aumentar seus ganhos oferecendo derivados de petróleo que tem maior valor agregado que petróleo. O Brasil pretende suprir o consumo interno e também oferecer um produto mais valorizado ao mercado internacional.</p> <p>É mais viável economicamente transportar petróleo bruto do que derivados, pois dentre outros motivos, o óleo bruto pode ser transportado em uma única embarcação, enquanto cada derivado precisa de um compartimento diferente. Alem disso, como os derivados possuem valor comercial maior que o óleo bruto, é interessante para uma empresa de petróleo adquirir refinarias próximas ao mercado consumidor para obter maior ganho financeiro comercializando derivados. Seguindo esta lógica a Petrobrás possui quatro refinarias no exterior: Pasadena (EUA), San Lorenzo e Ricardo Eliçabe (Argentina) e Okinawa (Japão).  </p> <p>A refinaria nos EUA, que é o maior consumidor mundial de petróleo e derivados, possibilita à Petrobrás transportar o petróleo brasileiro por baixo custo, transformar em derivados e vender o produto com maior ganho. </p> <p>Em situação análoga, a Petrobrás adquiriu recentemente a refinaria de Okinawa no Japão que possui uma capacidade de armazenamento gigante, de modo que poderá transportar o petróleo, processar os derivados e armazenar para distribuir pela região asiática. A refinaria japonesa foi oferecida por preço convidativo pois fora projetada para trabalhar com óleo leve da região que apresentava preços muito elevados, tendo que operar no vermelho há algum tempo. </p> <p>Como o objetivo da Petrobrás é processar o petróleo brasileiro pesado, fará adequações na indústria para viabilizar a operação que tem inicio previsto para 2010. Estão sendo feitos estudos sobre o perfil de consumo de derivados da região, e a Petrobras negocia com o governo local a venda de gasolina E10, com 10% de etanol.</p><p>&nbsp;</p> <p class="author"><b>Eng. Silvia Guimarães</b><br> <a href="mailto:silvia.pros@hotmail.com" title="Enviar e-mail">silvia.pros@hotmail.com</a></p> </p> 2010-01-22 00:00:00 Equipamentos Londrina http:///noticias/22/01/2010/refinarias-brasileiras-parte-1/ <p> As refinarias transformam óleo bruto em derivados de petróleo utilizando a matéria prima disponível para atender às necessidades de produtos do mercado consumidor. </p> Equipamentos Londrina <![CDATA[Eletricidade estática em postos de serviços (04/01/2010 00:00:00)]]> http://www.equipamentoslondrina.com.br/noticias/04/01/2010/eletricidade-estatica-em-postos-de-servicos/ <p><img src="http://www.equipamentoslondrina.com.br/img/news/eletricidade-estatica-em-postos-de-servicos_1_150.jpg" alt="Eletricidade estática em postos de serviços"></p> <p><em>Para quem trabalha com postos de combustíveis é relativamente comum falar do perigo da eletricidade estática. Como o assunto pode soar sofisticado demais para o entendimento do cidadão comum, no fim não se entende ou se questiona muito.</em></p> <p><p>&nbsp;</p><p>Quando o tema é eletricidade ocorre uma associação imediata à eletricidade dinâmica, aquela das tomadas, cabos elétricos, lâmpadas e outros, isto é, trata-se de cargas elétricas em movimento num determinado condutor. Entretanto, existe outro tipo de eletricidade, menos conhecida, mais discreta e bem diferente, a chamada eletricidade estática.</p> <p>O atrito entre dois corpos causa um “descolamento” dos elétrons em relação aos átomos. Pode haver perda ou ganho de elétrons e o corpo em questão ficar carregado positiva ou negativamente, mas de qualquer maneira fora do seu ponto neutro de equilíbrio. Assim há geração de carga elétrica.</p> <p>A eletricidade estática acumula-se na superfície desses corpos aguardando uma oportunidade para se manifestar. Ela está presente no dia a dia, principalmente em tempo seco, e pode ser observada quando penteamos o cabelo e os fios se repelem, quando levamos choque ao tocar no carro ou outras superfícies metálicas, quando usamos algum tecido sintético que parece ter algo estranho ou quando em situações de pico de stress nos sentimos carregados.</p> <p>No caso dos postos de combustíveis a eletricidade estática pode provocar uma pequena faísca que, em área com grande densidade de vapor inflamável, causa fogo ou explosão. Esse tipo de ocorrência é mais comum em países frios e secos e principalmente quando o próprio consumidor faz o abastecimento do seu veículo. A maior parte dos acidentes ocorre com mulheres devido ao costume de entrar e sair do veículo durante o abastecimento. A eletricidade estática é produzida quando o passageiro fricciona sua roupa contra o tecido dos assentos, durante o trajeto para dentro e fora do carro. O procedimento correto é não entrar ou sair do carro durante o abastecimento. Além disso, é necessário manter a porta do carro fechada, tocando em alguma parte metálica do veículo antes de tocar no bico de combustível. Desta maneira a eletricidade estática do corpo se descarregará para o metal do carro e não para o bico de abastecimento.</p> <p>Além do caso acima, a título de informação, também ocorre formação e acúmulo de cargas elétricas estáticas nos equipamentos e nos líquidos durante a movimentação de combustível. Para evitar acidentes, em toda descarga de produto dos caminhões tanques é feita ligação de cabo antiestático do caminhão em uma caixa de aterramento existente nos postos, na área dos tanques subterrâneos.</p> <p>Num mundo cercado de tantos perigos visíveis e invisíveis, soma-se o risco da eletricidade estática nos postos de combustíveis. Porém, para nossa sorte, como no Brasil não ocorre o auto-abastecimento e nosso clima não é tão frio e nem tão seco, esta ameaça existe, mas não é tão frequente. <br> </p> <p>&nbsp;</p> <p class="author"><b>Eng. Silvia Guimarães</b><br> <a href="mailto:silvia.pros@hotmail.com" title="Enviar e-mail">silvia.pros@hotmail.com</a></p> </p> 2010-01-04 00:00:00 Equipamentos Londrina http:///noticias/04/01/2010/eletricidade-estatica-em-postos-de-servicos/ <p> Para quem trabalha com postos de combustíveis é relativamente comum falar do perigo da eletricidade estática. Como o assunto pode soar sofisticado demais para o entendimento do cidadão comum, no fim não se entende ou se questiona muito. </p> Equipamentos Londrina <![CDATA[Bombas Eletrônicas - Programação de Preço por Litro - Parte 2 (07/12/2009 00:00:00)]]> http://www.equipamentoslondrina.com.br/noticias/07/12/2009/bombas-eletronicas-programacao-de-preco-por-litro/ <p><img src="http://www.equipamentoslondrina.com.br/img/news/bombas-eletronicas-programacao-de-preco-por-litro_1_150.jpg" alt="Bombas Eletrônicas - Programação de Preço por Litro - Parte 2"></p> <p><em>Caro Revendedor, para facilitar sua operação, veja tabela com o passo a passo da programação de preço por litro de bombas Wayne.</em></p> <p><p style="text-align:center;"><strong>GUIA RÁPIDO DO POSTO PARA MANUSEIO DE BOMBAS 3/G SERIES<br> 3/G2200, 3/G3000 E 3/G4000</strong></p> <p style="text-align:center;">Para todos os procedimentos que seguem adiante será necessária a utilização do controle remoto Wayne (código: 886446001).</p> <p><strong>TROCA DE PREÇOS</strong></p> <p>Bombas Simples – 3G2201</p> <p style="text-align:center;"><img src="http://www.equipamentoslondrina.com.br/img/news/18/thumb/img-1.jpg"></p> <p>Bombas Dual e Dupla – 3G2202, 3G2207, 3G2203, 3G3388, 3G3387 e 3G3487</p> <p style="text-align:center;"><img src="http://www.equipamentoslondrina.com.br/img/news/18/thumb/img-2.jpg"></p> <p>Bombas Quádruplas – 3G2209, 3G3389, 3G3399, 3G3498 e 3G4399</p> <p style="text-align:center;"><img src="http://www.equipamentoslondrina.com.br/img/news/18/thumb/img-3.jpg"></p> <p>Bombas Sêxtuplas – 3G3390 e 3G4390</p> <p style="text-align:center;"><img src="http://www.equipamentoslondrina.com.br/img/news/18/thumb/img-4.jpg"></p> <p>Bombas Óctuplas – 3G3490 e 3G4490</p> <p style="text-align:center;"><img src="http://www.equipamentoslondrina.com.br/img/news/18/thumb/img-5.jpg"></p> <p>Nota: a sequência dos bicos segue em conformidade com a bomba sêxtupla, assim como mencionado na imagem anterior.</p> <p>&nbsp;</p> <p>Visite nossa loja virtual <a href="http://www.equipamentoslondrina.com.br/">www.equipamentoslondrina.com.br</a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p class="author"><b>Eng. Silvia Guimarães</b><br> <a href="mailto:silvia.pros@hotmail.com" title="Enviar e-mail">silvia.pros@hotmail.com</a></p> </p> 2009-12-07 00:00:00 Equipamentos Londrina http:///noticias/07/12/2009/bombas-eletronicas-programacao-de-preco-por-litro/ <p> Caro Revendedor, para facilitar sua operação, veja tabela com o passo a passo da programação de preço por litro de bombas Wayne. </p> Equipamentos Londrina <![CDATA[Bombas Eletrônicas - Programação de Preço por Litro - Parte 1 (30/11/2009 00:00:00)]]> http://www.equipamentoslondrina.com.br/noticias/30/11/2009/bombas-eletronicas-programacao-de-preco-por-litro/ <p><img src="http://www.equipamentoslondrina.com.br/img/news/bombas-eletronicas-programacao-de-preco-por-litro_1_150.jpg" alt="Bombas Eletrônicas - Programação de Preço por Litro - Parte 1 "></p> <p><em>Caro revendedor, para facilitar a operação, veja a tabela com o passo a passo da programação de preço por litro de bombas PRO, JH 1200, GBR 111, HH e ADV </em></p> <p><p style="text-align:center;"><strong>Programação de Preço por Litro - PPL Modelos PRO, JH 1200, GBR 111, HH e ADV</strong></p> <p>&nbsp;</p> <p style="text-align:center;">O nível 1 de programação deve ser utilizado pelo proprietário do posto ou pessoa por ele autorizada.</p> <p style="text-align:center;">Para acessar o nivel 1, pressione as seguintes teclas no teclado gerencial:</p> <p style="text-align:center;"><img src="http://www.equipamentoslondrina.com.br/img/news/17/thumb/img-1.jpg"></p> <p style="text-align:center;">Obs.: Ao digitar a senha &quot;2222&quot;, aparecerá no display &quot;0000&quot;.</p> <p style="text-align:center;">Em seguida, aparecerá no display de total a pagar, um conjunto de 8's. Caso apareça no display de volume  o numero 1, é indicativo que sua senha está incorreta, digite a senha novamente e depois tecle enter .</p> <p>&nbsp;</p> <p style="text-align:center;"><strong>Display da Bomba</strong></p> <p style="text-align:center;"><img src="http://www.equipamentoslondrina.com.br/img/news/17/thumb/img-2.jpg"></p> <p style="text-align:center;">Para bombas PRO's, JH's, GBR's, usar o lado esquerdo da caixa de ligação.<br> Para bombas ADV, HH, GBR 2/4 E PRO 2/4, lado da caixa de ligação/teclado gerencial.</p> <p style="text-align:center;">OBS. Para bombas PRO-AVC, programar somente lado A. Para bombas PRO-1, somente lado B.</p> <p>&nbsp;</p> <p style="text-align:center;"><strong>Sequência de Programação do Preço por Litro:</strong></p> <p style="text-align:center;">1 + enter + lado + enter + bico + enter + nível de preço + enter + novo preço por litro + enter.<br> Após programar todos os preços digite F2.</p> <p>&nbsp;</p> <p style="text-align:center;"><strong>Sequência de Programação de Automação (modo remoto ou modo manual)</strong></p> <p style="text-align:center;"><strong>Para os casos em que há problema no sistema de automação, mas se quer trabalhar com a bomba enquanto aguarda a chegada do técnico:</strong></p> <p style="text-align:center;">F1 + 2222 + enter + 2+ 0 (para modo manual) ou 1 (para modo remoto) + enter + F2</p> <p>&nbsp;</p> <p>Visite nossa loja virtual <a href="http://www.equipamentoslondrina.com.br/">www.equipamentoslondrina.com.br</a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p class="author"><b>Eng. Silvia Guimarães</b><br> <a href="mailto:silvia.pros@hotmail.com" title="Enviar e-mail">silvia.pros@hotmail.com</a></p> </p> 2009-11-30 00:00:00 Equipamentos Londrina http:///noticias/30/11/2009/bombas-eletronicas-programacao-de-preco-por-litro/ <p> Caro revendedor, para facilitar a operação, veja a tabela com o passo a passo da programação de preço por litro de bombas PRO, JH 1200, GBR 111, HH e ADV </p> Equipamentos Londrina <![CDATA[Cuidados com as Bombas de Combustível - Parte 2 (23/11/2009 00:00:00)]]> http://www.equipamentoslondrina.com.br/noticias/23/11/2009/cuidados-com-as-bombas-de-combustivel-parte-2/ <p><img src="http://www.equipamentoslondrina.com.br/img/news/cuidados-com-as-bombas-de-combustivel-parte-2_1_150.jpg" alt="Cuidados com as Bombas de Combustível - Parte 2"></p> <p><em>É muito agradável entrar num estabelecimento comercial de boa aparência, mas algumas vezes são cometidos exageros.</em></p> <p><p>&nbsp;</p><p>Conheci um posto onde fizeram um trabalho de paisagismo de bom gosto, com jardins delicados e vasos floridos estrategicamente colocados na pista e no pátio. Porém, em cima de cada bomba, colocaram grandes arranjos de plantas que causavam um efeito visual bonito, mas totalmente inadequado. Óbvio que algum tempo depois tiraram os vasos das bombas, pois um equipamento elétrico/eletrônico não deve entrar em contato com água. Também há casos em que se oferece ducha aos carros na própria pista de abastecimento, deixando as bombas de combustível úmidas por boa parte do tempo. Certifique-se que seu pessoal esteja cuidando adequadamente dos equipamentos do seu posto:</p> <p>1- Verifique a existência de um disjuntor para cada cabeça de bomba eletrônica e também um para cada motor. Se não tiver, faça a adequação o mais rápido possível. </p> <p>2- Verifique que o aterramento das bombas eletrônicas esteja até 5 ohms, isto impedirá futuras queimas de placas. </p> <p>3- Não permita que na ilha de bombas existam outros equipamentos elétricos além do filtro diesel. Verifique que o cabeamento elétrico esteja em boas condições. </p> <p>4- Certifique que o quadro elétrico das bombas esteja em boas condições, com tampa, barramento e em local de fácil acesso apenas para as pessoas responsáveis pelo manuseio. </p> <p>5- Não use a bomba para remover água dos tanques ou para transferência de produtos entre tanques.</p> <p>6- Não use a instalação da bomba para ligar outro tipo de equipamento.</p> <p>7- Verifique o correto funcionamento da alavanca de acionamento, especialmente em bombas mecânicas.</p> <p>8- No caso de bombas acidentadas, interrompa o abastecimento e eventual descarga de produtos, desligando a chave geral do quadro elétrico. Acione a assistência técnica.</p> <p>9- Não abasteça nas bombas cujo tanque estiver recebendo produto. Ela só deverá ser usada quinze minutos após a descarga do caminhão tanque.</p> <p>10- Retire periodicamente a água que se acumula nos tanques devido à condensação. A água deve ser removida com uma bomba de sucção para evitar danos ao equipamento.</p> <p>&nbsp;</p> <p>Visite nossa loja virtual <a href="http://www.equipamentoslondrina.com.br" target="_blank">www.equipamentoslondrina.com.br</a></p> <p>&nbsp;</p> <p class="author"><b>Eng. Silvia Guimarães</b><br> <a href="mailto:silvia.pros@hotmail.com" title="Enviar e-mail">silvia.pros@hotmail.com</a></p> <p>&nbsp;</p></p> 2009-11-23 00:00:00 Equipamentos Londrina http:///noticias/23/11/2009/cuidados-com-as-bombas-de-combustivel-parte-2/ <p> É muito agradável entrar num estabelecimento comercial de boa aparência, mas algumas vezes são cometidos exageros. </p> Equipamentos Londrina <![CDATA[Cuidados com as Bombas de Combustível - Parte 1 (16/11/2009 00:00:00)]]> http://www.equipamentoslondrina.com.br/noticias/16/11/2009/cuidados-com-as-bombas-de-combustivel-parte-1/ <p><img src="http://www.equipamentoslondrina.com.br/img/news/cuidados-com-as-bombas-de-combustivel-parte-1_1_150.jpg" alt="Cuidados com as Bombas de Combustível - Parte 1"></p> <p><em>Existe um antigo modelo de bomba de combustível chamado Salesmaker (SM) que, na tradução literal, significa “fazedor de vendas”. O posto é um comércio onde a bomba de combustível é o elemento mais importante, porém, muitas vezes ela não recebe o tratamento adequado. Verifique se sua equipe está cuidando bem da sua “fazedora de vendas”.</em></p> <p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>1. Mantenha a bomba limpa e seca. Use apenas um pano úmido com água e sabão. Não use combustível ou produto abrasivo. </p> <p>2. Evite lavar internamente a bomba, pois pode provocar queima de motor, queima do pulser e danos nos rolamentos. Na limpeza externa use apenas bucha com água e sabão. No caso específico das bombas diesel que estiverem muito sujas, use água sob pressão e xampu para veículos. </p> <p>3. Certifique-se que não chova nas bombas e que não haja qualquer outro serviço no posto que deixe as bombas molhadas. Sempre que possível proteja os equipamentos com capas plásticas. </p> <p>4. Verifique diariamente as correias, mangueiras, bicos, densímetros, etc.</p> <p>5. Inspecione visualmente a bomba, em especial a base do equipamento, verificando a existência de vazamento.</p> <p>6. Não permita a passagem de carros sobre as mangueiras ou bicos de abastecimento, isso é muito comum em postos de rodovias. A passagem constante de caminhões nas mangueiras provoca danos no bloco medidor, retentores e válvulas internas. </p> <p>7. Tenha cuidado com o uso do teclado de preço, não permitindo o manuseio com a unha, tampa de caneta ou qualquer outro objeto pontiagudo. </p> <p>8. Verifique com freqüência a presença de selos de lacre do INMETRO. Não permita que os selos sejam indevidamente removidos. </p> <p>9. Não desligue a alavanca de acionamento com a ponteira do bico.</p> <p>10. Faça aferição periódica dos bicos das bombas utilizando balde aferidor.</p> <p>&nbsp;</p> <p>Visite nossa loja virtual <a href="http://www.equipamentoslondrina.com.br" target="_blank">www.equipamentoslondrina.com.br</a></p> <p>&nbsp;</p> <p class="author"><b>Eng. Silvia Guimarães</b><br> <a href="mailto:silvia.pros@hotmail.com" title="Enviar e-mail">silvia.pros@hotmail.com</a></p> <p>&nbsp;</p> </p> 2009-11-16 00:00:00 Equipamentos Londrina http:///noticias/16/11/2009/cuidados-com-as-bombas-de-combustivel-parte-1/ <p> Existe um antigo modelo de bomba de combustível chamado Salesmaker (SM) que, na tradução literal, significa “fazedor de vendas”. O posto é um comércio onde a bomba de combustível é o elemento mais importante, porém, muitas vezes ela não recebe o tratamento adequado. Verifique se sua equipe está cuidando bem da sua “fazedora de vendas”. </p> Equipamentos Londrina <![CDATA[Carro a álcool polui menos que carro a gasolina? (09/11/2009 00:00:00)]]> http://www.equipamentoslondrina.com.br/noticias/09/11/2009/carro-a-alcool-polui-menos-que-carro-a-gasolina?/ <p><img src="http://www.equipamentoslondrina.com.br/img/news/carro-a-alcool-polui-menos-que-carro-a-gasolina?_1_150.jpg" alt="Carro a álcool polui menos que carro a gasolina?"></p> <p><em>Com o aumento do consumo de álcool combustível pelos brasileiros e a crescente necessidade de preservação ambiental, acaloram-se as discussões sobre o potencial poluidor do carro a álcool em relação ao a gasolina.</em></p> <p><p>Tabela 1 - Composição das Vendas por Posto, em %</p> <p>&nbsp;</p> <center> <table width="500px" border="1px" cellpadding="0" cellspacing="0"> <tr> <td class="ano">Ano/ Produto</td> <td class="gasolina">Gasolina</td> <td class="alcool">Álcool</td> <td class="diesel">Diesel</td> </tr> <tr> <td><p>2000</p></td> <td><p>45</p></td> <td><p>9</p></td> <td><p>46</p></td> </tr> <tr> <td><p>2001</p></td> <td><p>45</p></td> <td><p>7</p></td> <td><p>48</p></td> </tr> <tr> <td><p>2002</p></td> <td><p>45</p></td> <td><p>8</p></td> <td><p>48</p></td> </tr> <tr> <td><p>2003</p></td> <td><p>46</p></td> <td><p>7</p></td> <td><p>47</p></td> </tr> <tr> <td><p>2004</p></td> <td><p>46</p></td> <td><p>9</p></td> <td><p>46</p></td> </tr> <tr> <td><p>2005</p></td> <td><p>47</p></td> <td><p>9</p></td> <td><p>44</p></td> </tr> <tr> <td><p>2006</p></td> <td><p>46</p></td> <td><p>12</p></td> <td><p>43</p></td> </tr> <tr> <td><p>2007</p></td> <td><p>42</p></td> <td><p>16</p></td> <td><p>41</p></td> </tr> <tr> <td><p>2008</p></td> <td><p>40</p></td> <td><p>21</p></td> <td><p>39</p></td> </tr> </table> </center> <p>&nbsp;</p> <p> Como se sabe o CO2 (dióxido de carbono) é o maior responsável pelo aquecimento do planeta. Tanto o carro a álcool quanto o a gasolina liberam CO2 para a atmosfera. Entretanto, durante o cultivo da cana de açúcar para fabricação do álcool o CO2 é absorvido compensando a emissão, proporcionando um balanço nulo e definindo o álcool como um combustível limpo. No caso da gasolina que provém do petróleo, o CO2 não é reutilizado na sua produção.</p> <p>Em setembro desse ano o Ministério do Meio Ambiente divulgou pesquisa sobre o tema, onde foi analisada a emissão de três substâncias: CO (monóxido de carbono), NOx (óxidos de nitrogênio) e HC (gases de hidrocarbonetos). Em muitos casos verificou-se que o carro a álcool com motor flex polui mais que o similar a gasolina. Aparentemente o culpado deste desempenho é o motor flex, e não o combustível. </p> <p>Segundo Rui Abrantes da CETESB (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), o veículo dedicado a um único combustível tem eficiência de combustão melhor, poluindo menos. No caso dos motores flex, o desempenho total do equipamento é sacrificado, ainda mais que os fabricantes estão privilegiando a combustão com gasolina em detrimento do álcool. Opinião similar é de Paulo Saldiva, do Laboratório de Poluição Atmosférica da USP, que afirma que o motor flex é igual um pato: anda, nada e voa, mas faz tudo mal, queima incompletamente tanto gasolina quanto álcool gerando mais poluição.</p> <p>A divulgação dos resultados da pesquisa provocou contestações de montadoras de veículos e outros órgãos, inclusive questionando que dentre os contaminantes analisados não foram considerados metais pesados e dióxido de enxofre, os quais o álcool emite muito pouco enquanto a emissão pela gasolina é significativa.</p> <p>O ano de 2008 consolidou o álcool no país devido às crescentes vendas dos carros flex e do preço atrativo do produto. Neste cenário é saudável promover pesquisas e discussões sobre o assunto com o objetivo de melhorar a eficiência do processo e trazer benefícios aos consumidores e ao meio ambiente.</p> <p><span>Tabela 1 - Fecombustíveis - Relatório Anual de Revenda de Combustíveis – 2009</span></p> <p>&nbsp;</p> <p class="author"><b>Eng. Silvia Guimarães</b><br> <a href="mailto:silvia.pros@hotmail.com" title="Enviar e-mail">silvia.pros@hotmail.com</a></p> <p>&nbsp;</p> </p> 2009-11-09 00:00:00 Equipamentos Londrina http:///noticias/09/11/2009/carro-a-alcool-polui-menos-que-carro-a-gasolina?/ <p> Com o aumento do consumo de álcool combustível pelos brasileiros e a crescente necessidade de preservação ambiental, acaloram-se as discussões sobre o potencial poluidor do carro a álcool em relação ao a gasolina. </p> Equipamentos Londrina <![CDATA[Os Frentistas (03/11/2009 00:00:00)]]> http://www.equipamentoslondrina.com.br/noticias/03/11/2009/os-frentistas/ <p><img src="http://www.equipamentoslondrina.com.br/img/news/os-frentistas_1_150.jpg" alt="Os Frentistas"></p> <p><em>Com uma pitada de prazer, nos acostumamos a ver artistas de Hollywood abastecendo seus carros nos postos de combustível. No Brasil, no final dos anos 90, também se tentou adotar o sistema de self-service em que o consumidor abastece seu veículo pagando menos pelo combustível em troca de menor comodidade.</em></p> <p><p>&nbsp;</p> <p>Entretanto, para preservar o emprego dos frentistas, foi sancionada a lei n.9956/2000 que proíbe o funcionamento das bombas de auto-serviço operadas pelo próprio consumidor. </p> <p>Desde o surgimento dos primeiros postos, o frentista faz parte do cenário urbano atendendo no abastecimento e prestando serviços gerais para o revendedor. Em pesquisa nacional do Sindicom sobre o perfil do frentista constatou-se que:</p> <p>84,8% são homens;<br> 59,0% são casados;<br> 64,4% possuem dois filhos;<br> 48,5% têm nível médio completo de escolaridade;<br> Têm em média 34 anos.<br> Também foi verificado que eles costumam atuar por mais de 4 anos na profissão e quase 80% gosta do ambiente de trabalho e do atendimento ao público.</p> <p>Há algum tempo tem-se observado alguma mudança no perfil da categoria como o aumento do número de mulheres e a grande criatividade nos uniformes, com o uso de bermudas, macaquinhos, roupas de cowboy, dos anos 60, etc. A crescente informatização dos postos também tem exigido profissionais com conhecimento de informática.</p> <p>Vale lembrar que a exposição diária ao combustível exige cuidados especiais, evitando o contato direto com mãos e braços e usando de bonés para que o benzeno (existente na gasolina) não seja absorvido pelo couro cabeludo. A flanela usada para abertura da tampa do radiador e para o abastecimento não deve ficar no bolso do frentista quando estiver encharcada de combustível.</p> <p>Embora pareça inverossímil, são relativamente freqüentes os casos de bombas acidentadas devido a falta de atenção dos clientes. Fica o alerta para o frentista estar sempre atento à grande movimentação de veículos no posto para não ser atropelado também</p> <p>&nbsp;</p> <p>Visite nossa loja virtual <a href="http://www.equipamentoslondrina.com.br" target="_blank">www.equipamentoslondrina.com.br</a></p> <p>&nbsp;</p> <p class="author"><b>Eng. Claudia Souza e Eng. Silvia Guimarães</b><br> <a href="mailto:silvia.pros@hotmail.com" title="Enviar e-mail">silvia.pros@hotmail.com</a></p> <p>&nbsp;</p> </p> 2009-11-03 00:00:00 Equipamentos Londrina http:///noticias/03/11/2009/os-frentistas/ <p> Com uma pitada de prazer, nos acostumamos a ver artistas de Hollywood abastecendo seus carros nos postos de combustível. No Brasil, no final dos anos 90, também se tentou adotar o sistema de self-service em que o consumidor abastece seu veículo pagando menos pelo combustível em troca de menor comodidade. </p> Equipamentos Londrina <![CDATA[De álcool para etanol (26/10/2009 00:00:00)]]> http://www.equipamentoslondrina.com.br/noticias/26/10/2009/de-alcool-para-etanol/ <p><img src="http://www.equipamentoslondrina.com.br/img/news/de-alcool-para-etanol_1_150.jpg" alt="De álcool para etanol"></p> <p><em>Existe certo alvoroço no mercado em função da resolução da ANP n.9 de 02.04.09, que autoriza os postos de combustível a usar o nome etanol nas bombas substituindo a palavra álcool.</em></p> <p><p>Consumidores desinformados ou resistentes a mudanças questionam e se irritam com a novidade que afeta muita gente já que grande parte da frota nacional de veículos é abastecida com álcool. Vale ressaltar que o produto continua o mesmo, apenas a nomenclatura foi alterada.</p> <p>A ANP pode apenas estimular o uso do nome etanol pois, como o termo álcool consta na constituição brasileira, não se pode impor a mudança do nome do produto. A alteração foi solicitada pelo setor sucroalcooleiro que se queixa do termo brasileiro estar em desacordo com o padrão do mercado internacional, gerando alguma dificuldade na comercialização do produto. Além disso, a mudança desvincula o combustível da palavra álcool que também se relaciona com bebidas alcoólicas, alvo de crescentes restrições de consumo.</p> <p>O primeiro estado que aderiu a novidade foi São Paulo, principal produtor nacional de etanol e maior interessado no fortalecimento do novo termo. Segundo o Anuário Estatístico de Agroenergia de 2009<span> (1)</span>, a safra total de álcool 2008/2009 em todo o Brasil foi de 27.582.737m3, sendo que somente o estado de São Paulo foi responsável por 16.897.763 m3, correspondendo a mais de 60% da produção nacional de álcool. Dentre as companhias distribuidoras, uma das primeiras a aderir foi a Esso, recentemente adquirida pelo grupo Cosan, quinta maior produtora mundial de etanol e uma das maiores exportadoras mundiais do produto <span>(2)</span>.</p> <p>Embora seja claro a não obrigatoriedade da mudança da nomenclatura que visa apenas atender interesses de grandes grupos econômicos, é bom perceber que vários revendedores já estão se movimentando para se adequar à novidade investindo na readesivação das bombas de álcool, ou melhor, de etanol.</p> <p><strong>Consulte nossos preços de adesivos de etanol: <a href="http://www.equipamentoslondrina.com.br." target="_blank">www.equipamentoslondrina.com.br.</a></strong></p> <p>&nbsp;</p> <p class="author"><b>Eng. Silvia Guimarães</b><br> <a href="mailto:silvia.pros@hotmail.com" title="Enviar e-mail">silvia.pros@hotmail.com</a></p> <p>&nbsp;</p> <p><span>(1) http://www.agricultura.gov.br/ Anuário Estatístico de Agroenergia de 2009.</span></p> <p><span>(2) <a href="http://www.cosan.com.br/cosan2009/index_pti.html" target="_blank">http://www.cosan.com.br</a></span></p> </p> 2009-10-26 00:00:00 Equipamentos Londrina http:///noticias/26/10/2009/de-alcool-para-etanol/ <p> Existe certo alvoroço no mercado em função da resolução da ANP n.9 de 02.04.09, que autoriza os postos de combustível a usar o nome etanol nas bombas substituindo a palavra álcool. </p> Equipamentos Londrina <![CDATA[História do Petróleo - Parte 3 (19/10/2009 00:00:00)]]> http://www.equipamentoslondrina.com.br/noticias/19/10/2009/historia-do-petroleo-parte-3/ <p><img src="http://www.equipamentoslondrina.com.br/img/news/historia-do-petroleo-parte-3_1_150.jpg" alt="História do Petróleo - Parte 3"></p> <p><em>Após a Segunda Guerra Mundial a União Soviética, grande produtora de petróleo, faz frente ao colosso norte-americano criando o cenário da Guerra Fria. A auto-suficiência passa a ser uma moeda de extremo valor no mercado.</em></p> <p><p>Embora o Oriente Médio fosse o maior produtor de petróleo, até a década de 50 houve um cartel dominante conhecido como “as sete irmãs”, constituído por cinco empresas americanas: Exxon, Chevron, Gulf Oil, Mobil, Texaco e duas européias: British Petroleum e Shell. A insatisfação dos grandes países produtores foi crescendo por ter suas riquezas extraídas pelos países ricos e não receber benefícios em troca. No início dos anos 60 a Venezuela procura a Arábia Saudita e criam a OPEP - Organização dos Países Exportadores de Petróleo, liderada pelos cinco maiores produtores: Arábia Saudita, Irã, Iraque, Venezuela e Kuwait, que juntos respondiam por 70% da produção mundial.</p> <p>A OPEP consegue enfim enfrentar o poder das companhias multinacionais, pois, através do controle da produção, passa a comandar o preço internacional. No início dos anos 70 com o agravamento do conflito árabe-israelense, a OPEP aproveita o momento político e firma-se definitivamente no mercado como a grande ditadora de regras, provocando o primeiro choque do petróleo, alterando o preço do barril de dois dólares e pouco para mais de onze dólares. Depois disso houve outros choques liderados pela OPEP, provocando fortes abalos na economia mundial.</p> <p>Fala-se da maldição do petróleo que atinge os grandes países produtores que sempre estão envolvidos em conflitos intermináveis, têm mais dificuldade em resolver suas questões sociais, são dominados pela corrupção e liderados por governos autoritários e tiranos. Embora esta contradição esteja mais relacionada ao tipo de sociedade, força das instituições, diversidade da economia e outros motivos, possuir petróleo automaticamente induz a um jogo pesado de interesse, disputas e intrigas.</p> <p>Nas últimas duas décadas alguns analistas afirmam que as reservas do Oriente Médio estão em processo de declínio já que quase 80% da produção provêm de dois campos super gigantes que estão em operação há mais de cinqüenta anos, porém há opiniões contrárias sobre o fim das reservas árabes. Ainda que a questão ambiental priorize formas de energia mais limpa, ao mesmo tempo há investimentos em novas tecnologias de produção de petróleo, como as imensas jazidas de petróleo pesado no norte do Canadá, nas grandes reservas de pré-sal brasileiro e outras. Não se sabe ao certo qual será o próximo capítulo da história do petróleo, mas ele continua sendo peça chave da economia mundial, definindo fronteiras e fazendo parte da civilização.</p><p>&nbsp;</p> <p class="author"><b>Eng. Silvia Guimarães</b><br> <a href="mailto:silvia.pros@hotmail.com" title="Enviar e-mail">silvia.pros@hotmail.com</a></p> <p>&nbsp;</p></p> 2009-10-19 00:00:00 Equipamentos Londrina http:///noticias/19/10/2009/historia-do-petroleo-parte-3/ <p> Após a Segunda Guerra Mundial a União Soviética, grande produtora de petróleo, faz frente ao colosso norte-americano criando o cenário da Guerra Fria. A auto-suficiência passa a ser uma moeda de extremo valor no mercado. </p> Equipamentos Londrina <![CDATA[História do Petróleo - Parte 2 (13/10/2009 00:00:00)]]> http://www.equipamentoslondrina.com.br/noticias/13/10/2009/historia-do-petroleo-parte-2/ <p><img src="http://www.equipamentoslondrina.com.br/img/news/historia-do-petroleo-parte-2_1_150.jpg" alt="História do Petróleo - Parte 2"></p> <p><em>Durante boa parte do século XIX usou-se o vapor de caldeiras aquecidas a carvão para movimentar máquinas e locomotivas. Porém no final do período, com a invenção dos motores de combustão, o petróleo passou a ser o maior responsável pela geração de energia e movimento. </em></p> <p><p>&nbsp;</p> <p>Nesta época também foi inventada a lâmpada elétrica, tornando o uso do petróleo na iluminação dos lampiões de querosene, em algo desnecessário e obsoleto.</p> <p>Os tempos modernos provocaram profundas alterações nas formas de trabalho e de locomoção. Em 1910 Ford inicia a produção de automóveis em série e, pela primeira vez, a demanda de gasolina passa a ser maior que a de querosene. Os preços populares aliados à incrível facilidade de locomoção consolidaram definitivamente os automóveis como um dos pilares da cultura norte-americana.</p> <p>Em 1911 uma importante reportagem investigativa divulgou a maneira agressiva que a gigante norte-americana Standard Oil atuava no mercado, dizimando interesses de seus funcionários e concorrentes. Para atender à pressão popular o então presidente Roosevelt aplica a lei antitruste, provocando o desmembramento da Standard Oil em 33 empresas menores. Porém, como o magnata Rockefeller, principal sócio da empresa, era um habilidoso homem de negócios, as empresas filhas ficaram mais valiosas que a original, dando início ao imenso poderio das grandes companhias de petróleo que até os dias de hoje são as maiores empresas do mundo (1).</p> <p>Nessa época o Oriente Médio passa a ser o maior produtor de petróleo, despertando a cobiça dos países industrializados que cada vez mais necessitavam do produto para movimentar carros e máquinas. A produção das indústrias era tão significativa que começou a haver disputa dos mercados internacionais. Além disso, havia insatisfação das potências nas questões relacionadas às suas colônias. Diante de tal cenário eclodiu a Primeira Guerra Mundial em 1914, caracterizada como uma guerra de trincheiras e ferrovias. Começa-se a desenhar o domínio norte-americano detentor das grandes empresas petrolíferas.</p> <p>Questões mal resolvidas da Primeira Guerra Mundial provocaram a segunda em 1939 que, sob a influência do petróleo, caracterizou-se pela grande movimentação de pessoas e cargas em curto espaço de tempo.</p> <p>&nbsp;</p> <p class="author"><b>Eng. Silvia Guimarães</b><br> <a href="mailto:silvia.pros@hotmail.com" title="Enviar e-mail">silvia.pros@hotmail.com</a></p> <p>&nbsp;</p> <p><span>(1) Lista das 10 maiores empresas mundiais da Revista Fortune 2009, seis são petroleiras: Shell – Países Baixos(1º), Exxon – USA (2º), BP - Inglaterra (4º), Chevron – USA (5º), Total - França(6º), Conoco Phillips - USA (7º)</span></p> </p> 2009-10-13 00:00:00 Equipamentos Londrina http:///noticias/13/10/2009/historia-do-petroleo-parte-2/ <p> Durante boa parte do século XIX usou-se o vapor de caldeiras aquecidas a carvão para movimentar máquinas e locomotivas. Porém no final do período, com a invenção dos motores de combustão, o petróleo passou a ser o maior responsável pela geração de energia e movimento. </p> Equipamentos Londrina <![CDATA[História do Petróleo - Parte 1 (06/10/2009 00:00:00)]]> http://www.equipamentoslondrina.com.br/noticias/06/10/2009/historia-do-petroleo-parte-1/ <p><img src="http://www.equipamentoslondrina.com.br/img/news/historia-do-petroleo-parte-1_1_150.jpg" alt="História do Petróleo - Parte 1"></p> <p><em>O petróleo sempre esteve relacionado à história do homem e desde a antiguidade há relatos de sua utilização na forma de betume que aflorava na superfície.</em></p> <p><p>&nbsp;</p><p>Noé utilizou betume para a construção da arca, os egípcios utilizaram no embalsamento dos mortos e na construção das pirâmides e outros povos também usaram na pavimentação de estradas, calafetação de construções e lubrificação.</p> <p>Durante muitos anos fazendeiros norte-americanos utilizaram o petróleo para tratamento de cólera, bronquite, tuberculose e como um eficiente laxativo. Na época da primeira revolução industrial, inicio do século XIX até meados da década de 1870, a sociedade passou a necessitar de luz para prolongar o dia e melhorar a produtividade do trabalho. Assim, a primeira grande utilização do petróleo foi na iluminação de casas e cidades com querosene para os lampiões.</p> <p>Em 1859 um ferroviário conhecido como Coronel Drake escava um poço de 21 metros de profundidade na Pensilvânia (EUA), sendo o primeiro a produzir petróleo em grande quantidade. Inicia-se a era do petróleo. Rapidamente começa a exploração em várias partes do país e, particularmente no Texas, foram descobertas imensas jazidas, transformando antigos cowboys agropecuários em magnatas do petróleo. Um bom cenário desta época fervilhante pode ser conferido no filme Assim Caminha a Humanidade (Giant, EUA – 1956) com o mito James Dean tomando um banho de petróleo quando encontra o óleo no primeiro poço de sua propriedade.</p> <p>Em 1870 o empresário Rockefeller, então com 30 anos, funda a Standard Oil que viria a ser um dos grandes símbolos da supremacia americana no negócio do petróleo. Com astúcia e incrível habilidade empreendedora, Rockefeller não tinha limites para vender e dominar mercados. Conta-se a história de que ele queria incentivar o uso de querosene para iluminação na China e, para estimular a população local que não abria mão do uso do óleo de peixe, resolveu distribuir gratuitamente 500mil lampiões com um pouquinho de querosene. Quando acabou a querosene, os chineses viram que aquilo era muito mais eficiente que seu óleo e passaram a comprar o produto da Standard Oil.</p> <p>Graças a Rockefeller, até o fim do século XIX os EUA dominavam o comércio mundial do petróleo, porém nesta época foram descobertas grandes jazidas na região do Cáucaso, na Rússia. Enquanto em 1883 os americanos eram responsáveis por 70% da produção mundial, na década seguinte, a Rússia passou a ser a maior produtora. Nesta época quase todo o petróleo gerado no mundo era americano ou russo e em pouco tempo estes dois países se tornariam grandes potências mundiais.</p><p class="author"><b>Eng. Silvia Guimarães</b><br> <a href="mailto:silvia.pros@hotmail.com" title="Enviar e-mail">silvia.pros@hotmail.com</a></p> <p>&nbsp;</p></p> 2009-10-06 00:00:00 Equipamentos Londrina http:///noticias/06/10/2009/historia-do-petroleo-parte-1/ <p> O petróleo sempre esteve relacionado à história do homem e desde a antiguidade há relatos de sua utilização na forma de betume que aflorava na superfície. </p> Equipamentos Londrina <![CDATA[Teste de Combustível – Quantidade de Álcool na Gasolina (28/09/2009 00:00:00)]]> http://www.equipamentoslondrina.com.br/noticias/28/09/2009/teste-de-combustivel-quantidade-de-alcool-na-gas/ <p><img src="http://www.equipamentoslondrina.com.br/img/news/teste-de-combustivel-quantidade-de-alcool-na-gas_1_150.jpg" alt="Teste de Combustível – Quantidade de Álcool na Gasolina"></p> <p><em>Embora seja lei da Agencia Nacional do Petróleo, n.9 de 07.03.07, são poucos os clientes que pedem o teste da quantidade de álcool na gasolina, e ainda há revendedores errando na hora de fazer o procedimento.</em></p> <p><p>&nbsp;</p> <p>Verifique se sua equipe está fazendo de acordo com o que a ANP estabelece, é bem simples:</p> <p>• Coloque 50 ml de gasolina numa proveta limpa de 100ml,<br> • Acrescente mais 50 ml de uma solução de água e sal de cozinha a 10% (1), completando o volume da proveta,<br> • Tampe a proveta e vire-a de cabeça para baixo e para cima pelo menos 10 vezes para que o álcool presente na gasolina se separe,<br> • Deixe repousar por 15 minutos,<br> • Antes havia 50ml de gasolina e 50ml de água salgada, agora observe que a quantidade de gasolina “diminuiu”, pois o álcool presente nela se misturou com a água salgada.<br> • Chamando de V, o volume de álcool presente na gasolina e A, o volume da camada de água “aumentada”, isto é com álcool, calcule a quantidade de álcool, pela simples fórmula: V= (A x 2) + 1, sendo que V deve ser de 23% +/- 1, isto é de 22 a 24%.</p> <p>&nbsp;</p> <p><span>(1) A solução de álcool e sal de cozinha deve ser preparada à parte, diluindo 10g de sal em 100 ml de água. Deste total preparado, você só vai usar 50ml para fazer o teste.</span></p> <p><a href="http://www.equipamentoslondrina.com.br/pdf/teste-qualidade.pdf" target="_blank">Veja as instruções do procedimento na Cartilha da ANP - 2008.</a></p><p>&nbsp;</p> <p class="author"><b>Eng. Silvia Guimarães</b><br> <a href="mailto:silvia.pros@hotmail.com" title="Enviar e-mail">silvia.pros@hotmail.com</a></p> <p>&nbsp;</p></p> 2009-09-28 00:00:00 Equipamentos Londrina http:///noticias/28/09/2009/teste-de-combustivel-quantidade-de-alcool-na-gas/ <p> Embora seja lei da Agencia Nacional do Petróleo, n.9 de 07.03.07, são poucos os clientes que pedem o teste da quantidade de álcool na gasolina, e ainda há revendedores errando na hora de fazer o procedimento. </p> Equipamentos Londrina <![CDATA[Equipamentos Londrina participa de seminário do IPEM de Belo Horizonte (21/09/2009 00:00:00)]]> http://www.equipamentoslondrina.com.br/noticias/21/09/2009/equipamentos-londrina-participa-de-seminario-do-ip/ <p><img src="http://www.equipamentoslondrina.com.br/img/news/equipamentos-londrina-participa-de-seminario-do-ip_1_150.jpg" alt="Equipamentos Londrina participa de seminário do IPEM de Belo Horizonte"></p> <p><em>O tema central do evento foi a “Prevenção e identificação de fraudes em bombas medidoras de combustíveis líquidos e em veículos tanques”</em></p> <p><p></p> <p>&nbsp;</p> <p>Uma platéia de cerca de 80 pessoas assistiu interessada às palestras ministradas pelos metrologistas do IPEM nos dias 3 e 4 de setembro no auditório da Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais.</p> <p>Foram abordadas questões como a eficácia da fiscalização, desempenho do IPEM na inibição de novas sistemáticas de fraudes, atuação das oficinas de manutenção de bombas de combustível, e outros. Também foram exibidas inúmeras fotos com variados dispositivos de fraudes em bombas, filtros, tanques e instalações.</p> <p>A lição aprendida é que o revendedor deve ser atendido por empresas confiáveis e atualizadas. Consulte o IPEM, sempre que necessário.</p> </p> 2009-09-21 00:00:00 Equipamentos Londrina http:///noticias/21/09/2009/equipamentos-londrina-participa-de-seminario-do-ip/ <p> O tema central do evento foi a “Prevenção e identificação de fraudes em bombas medidoras de combustíveis líquidos e em veículos tanques” </p> Equipamentos Londrina <![CDATA[Equipamentos Londrina em Campeonato GT3 (09/09/2009 00:00:00)]]> http://www.equipamentoslondrina.com.br/noticias/09/09/2009/equipamentos-londrina-em-campeonato-gt3/ <p><img src="http://www.equipamentoslondrina.com.br/img/news/equipamentos-londrina-em-campeonato-gt3_1_150.jpg" alt="Equipamentos Londrina em Campeonato GT3"></p> <p><em>Empresa foi contratada para a instalação e manutenção de bombas de combustível do evento.</em></p> <p><p>Londrina recebeu pela primeira vez o Campeonato Itaipava GT3 Brasil, com as fascinantes máquinas Ferrari. O campeonato aconteceu na última semana de agosto no Autódromo Ayrton Sena. A BR Distribuidora, patrocinadora do evento, contratou a Equipamentos Londrina para a instalação e manutenção das bombas, garantindo que não houvesse nenhum imprevisto durante o evento. </p> <p>Uma das grandes atrações foi a Ferrari F430, avaliada em mais de um milhão de reais, que normalmente só é vista em salões de automóveis. </p> <p>Os lideres do campeonato Rafael Derani e Claudio Ricci que pilotam a Ferrari F430 proporcionaram ao publico um show à parte pela beleza e simpatia.</p> </p> 2009-09-09 00:00:00 Equipamentos Londrina http:///noticias/09/09/2009/equipamentos-londrina-em-campeonato-gt3/ <p> Empresa foi contratada para a instalação e manutenção de bombas de combustível do evento. </p> Equipamentos Londrina <![CDATA[Encontro Empresarial (02/09/2009 00:00:00)]]> http://www.equipamentoslondrina.com.br/noticias/02/09/2009/encontro-empresarial/ <p><img src="http://www.equipamentoslondrina.com.br/img/news/encontro-empresarial_1_150.jpg" alt="Encontro Empresarial"></p> <p><em>Equipamentos Londrina participa de evento com importantes empresas do segmento de postos de combustíveis em Sabará - MG</em></p> <p><p>O supervisor da filial Minas da Equipamentos Londrina, Helio Amaro dos Santos, participou no último dia 15 de agosto do Primeiro Encontro Empresarial patrocinado pela Petrominas, no Hotel Fazenda Cápua, em Sabará.</p> <p>Dentre os presentes destacavam-se importantes empresas do segmento de postos de combustíveis como Gilbarco Veeder Root, Ecoflex, Filtroil e outras. Foram ministradas palestras sobre equipamentos e materiais, além da discussão de questões relevantes sobre postos de combustíveis.</p></p> 2009-09-02 00:00:00 Equipamentos Londrina http:///noticias/02/09/2009/encontro-empresarial/ <p> Equipamentos Londrina participa de evento com importantes empresas do segmento de postos de combustíveis em Sabará - MG </p> Equipamentos Londrina <![CDATA[Gerente de serviços apresenta trabalho (26/08/2009 00:00:00)]]> http://www.equipamentoslondrina.com.br/noticias/26/08/2009/gerente-de-servicos-apresenta-trabalho/ <p><img src="http://www.equipamentoslondrina.com.br/img/news/gerente-de-servicos-apresenta-trabalho_1_150.jpg" alt="Gerente de serviços apresenta trabalho"></p> <p><em>Silvia Guimarães Marques apresentou trabalho sobre segurança na prestação de serviços em postos de combustíveis em evento da Petrobrás Distribuidora de Curitiba - PR.</em></p> <p><p>O trabalho discorreu sobre os perigos existentes no posto de combustível, divididos em dois grupos: os inerentes à inflamabilidade do combustível e os cuidados a serem tomados nos locais com elevada concentração de vapores (áreas classificadas); e aqueles relacionados às instalações do posto e a inter-relação entre o fluxo de veículos, clientes e prestadores de serviços. </p> <p>Também foram apresentadas várias fotos de situações com risco à segurança com o objetivo de avaliar a percepção dos participantes quanto aos perigos. A reunião ocorreu no dia 31 de julho em Curitiba e estavam presentes cerca de 40 pessoas entre funcionários e prestadores de serviços da BR Distribuidora.</p></p> 2009-08-26 00:00:00 Equipamentos Londrina http:///noticias/26/08/2009/gerente-de-servicos-apresenta-trabalho/ <p> Silvia Guimarães Marques apresentou trabalho sobre segurança na prestação de serviços em postos de combustíveis em evento da Petrobrás Distribuidora de Curitiba - PR. </p> Equipamentos Londrina <![CDATA[O perigo do celular em postos de serviços - Mito ou Realidade (24/08/2009 00:00:00)]]> http://www.equipamentoslondrina.com.br/noticias/24/08/2009/o-perigo-do-celular-em-postos-de-servicos-mito-ou/ <p><img src="http://www.equipamentoslondrina.com.br/img/news/o-perigo-do-celular-em-postos-de-servicos-mito-ou_1_150.jpg" alt="O perigo do celular em postos de serviços - Mito ou Realidade"></p> <p><em>Evitar o uso de celulares em postos de combustíveis parece ser o caso de uma medida mais preventiva do que realista.</em></p> <p><p>Existe uma tendência um tanto quanto irritante de encontrar problemas em absolutamente todas as situações e, certamente se fossemos considerar tudo isso, viveríamos numa bolha, sem tomar água, leite, nem comer peixes, frutas ou saladas porque tudo está contaminado e faz muito mal. É relativamente comum falar sobre os malefícios do celular, que passou a ser um dos vilões da hora, esquecendo-se de falar do grande bem que ele traz em inúmeras situações, salvando vidas, estórias de amor e viabilizando grandes negócios. Não se deve pregar a apologia ao mundo cor de rosa dos contos infantis, mas encontrar perigo em absolutamente tudo também me soa infantil ou pior, algo como não suportar o prazer de ser feliz. </p> <p>Sobre o risco do uso de celulares em postos de combustíveis, ainda não se consegue dizer até que ponto é mito ou realidade. Embora na maioria dos postos exista cartaz alertando para não usar o celular, parece ser o caso de uma medida mais preventiva do que realista, já que várias pesquisas indicam que as verdadeiras causas de acidentes em postos alardeados como devido a celulares, na verdade costumam ser provenientes de eletricidade estática, que nada tem a ver com os úteis aparelhinhos.</p> <p>Segundo trabalho do Dr. Adam Burgess, da Kent University <span>(1)</span>, de 243 acidentes em postos de combustíveis relacionados a celulares, nenhum realmente tinha os telefones como causa base. Em outro seminário sobre o tema<span> (2)</span>, divulgou-se que embora a maioria dos celulares não tenha sido projetada ou construída para prevenir a ignição em atmosferas inflamáveis, é negligível o risco deles serem uma fonte de faísca.</p> <p>Também se deve considerar que os poucos relatos desse tipo de ocorrência acontecem em países frios e secos, onde o abastecimento é feito pelo próprio consumidor, novamente situações relacionadas às faíscas devido à eletricidade estática. Porém como a voz da prudência alerta sobre o perigo do celular estar danificado, com sobrecarga, problemas na bateria e assim, poder gerar a bendita faísca durante o abastecimento, entende-se que não é aconselhável usar nas áreas classificadas<span> (3)</span>. </p> <p>Na prática, continuam as restrições ao uso de celulares nos postos baseado no princípio de que existe algo intrinsecamente perigoso neste tipo de ambiente, mas segundo Burgess, “os celulares permanecem um mistério, um perigo inexplicável nos postos de combustível.”<br><br> </p> <p class="author"><b>Eng. Silvia Guimarães</b><br> <a href="mailto:silvia.pros@hotmail.com" title="Enviar e-mail">silvia.pros@hotmail.com</a></p> <p>&nbsp;</p> <p><span>1- Cellular Phones, Public Fears and a Culture of Precaution, Burgess A., Cambridge UP, 2004.<br> 2- British Institute of Petroleum, 2003<br> 3- Áreas classificadas são aquelas com maior quantidade de vapor de combustível, próximo as bombas, bocas de descarga de produto, respiros de tanques e depressões.</span></p> </p> 2009-08-24 00:00:00 Equipamentos Londrina http:///noticias/24/08/2009/o-perigo-do-celular-em-postos-de-servicos-mito-ou/ <p> Evitar o uso de celulares em postos de combustíveis parece ser o caso de uma medida mais preventiva do que realista. </p> Equipamentos Londrina <![CDATA[John D. Rockefeller - O Rei do Petróleo (10/08/2009 00:00:00)]]> http://www.equipamentoslondrina.com.br/noticias/10/08/2009/john-d-rockefeller-o-rei-do-petroleo/ <p><img src="http://www.equipamentoslondrina.com.br/img/news/john-d-rockefeller-o-rei-do-petroleo_1_150.jpg" alt="John D. Rockefeller - O Rei do Petróleo"></p> <p><em>Seria uma falha irreparável escrever sobre combustível ou petróleo sem falar dele, o homem que já foi o mais rico do planeta, temido, odiado e invejado: John D. Rockefeller, o Rei do Petróleo.</em></p> <p><p>Comparado a Napoleão Bonaparte por inúmeras vezes, graças a sua notável capacidade em desenvolver estratégias e sede voraz pela vitória, Rockefeller construiu um império quase perfeito. Foi um religioso convicto e praticante e, convenientemente atribuía sua capacidade de acumular riqueza a um dom divino. Nasceu em 1839 no Estado de Nova York e morreu na Florida, 98 anos depois.</p> <p>Por volta de 1860 quando muitos partiram para a perfuração do petróleo, algo para enriquecer rapidamente, o jovem Rockefeller de pouco mais de 20 anos preferiu a refinação de óleo, até então considerada atividade marginal.</p> <p>Trabalhador contumaz, em pouco tempo formou um monopólio na refinação, sendo que boa parte de sua fortuna era oriunda dos descontos recebidos das ferrovias para o transporte do óleo cru levado da produção até as refinarias e do óleo refinado levado até os centros consumidores. </p> <p>Embora a quantidade de óleo que Rockefeller transportasse fosse inúmeras vezes maior que a dos seus concorrentes, e os descontos fossem conseguidos em função do volume transportado, a astúcia e metodologia agressiva e por vezes pouco ortodoxa do empresário provocava críticas ferozes. Diz-se que ao longo de sua vida ele gostava de repetir a seguinte estória: perguntaram a um homem se ele gostava da política de descontos, e ele respondeu: “Sou contra, a não ser que sejam dados a mim”.</p> <p>Em 1870 Rockefeller e outros quatro homens fundaram a Standard Oil Company e graças às suas habilidades administrativas, excessivo poder de trabalho e agressividade furiosa para derrotar adversários e conquistar o poder, poucos anos depois havia 39 companhias ligadas a Standard Oil, detendo assim, o poder sobre o maior grupo de refinarias do mundo.</p> <p>A influência de Rockefeller era tão grande que começou a incomodar muitos, e o então presidente Roosevelt decidiu aplicar a Lei Antitruste em 1911, obrigando a dissolução das empresas associadas à Standard Oil e criando empresas que viriam a dar origem às conhecidas Exxon, Chevron, Atlantic, Móbil, e outras. Porém através de uma estratégia financeira nas ações, o magnata conseguiu que as empresas separadas valessem mais que o grupo, tornando-se ainda mais rico e odiado.</p> <p>Por outro lado, foi um filantropo atuante, fundador da Universidade de Chicago, idealizador do Instituto Rockefeller de Pesquisas Médicas, Rockefeller Center e outros. Com o passar dos anos o ódio por Rockefeller foi transformado em admiração e sua dinastia tornou-se tão ou mais influente que os Kennedy ou a família real britânica, tendo seu nome para sempre associado a charme, poder e sucesso.</p> <p class="author"><b>Eng. Silvia Guimarães</b><br> <a href="mailto:silvia.pros@hotmail.com" title="Enviar e-mail">silvia.pros@hotmail.com</a></p> </p> 2009-08-10 00:00:00 Equipamentos Londrina http:///noticias/10/08/2009/john-d-rockefeller-o-rei-do-petroleo/ <p> Seria uma falha irreparável escrever sobre combustível ou petróleo sem falar dele, o homem que já foi o mais rico do planeta, temido, odiado e invejado: John D. Rockefeller, o Rei do Petróleo. </p> Equipamentos Londrina <![CDATA[A nobre água subterrânea e o tanque de combustível (24/07/2009 00:00:00)]]> http://www.equipamentoslondrina.com.br/noticias/24/07/2009/a-nobre-agua-subterranea-e-o-tanque-de-combustivel/ <p><img src="http://www.equipamentoslondrina.com.br/img/news/a-nobre-agua-subterranea-e-o-tanque-de-combustivel_1_150.jpg" alt="A nobre água subterrânea e o tanque de combustível"></p> <p><em>A água tratada que sai da torneira de nossas casas provém de dois tipos de mananciais: superficiais (lagos e rios) ou subterrâneos (aqüíferos), sendo que no Brasil cerca de 60% da população é abastecida com água subterrânea (1).</em></p> <p><p>Se assim como o avestruz colocássemos a cabeça no subsolo, poderíamos observar que a água subterrânea é originada, principalmente, da infiltração de chuva, e é 100 vezes mais abundante que a água superficial. Durante essa viagem silenciosa através do solo, ela é filtrada e purificada naturalmente e no geral tem boa qualidade para consumo. Seu tratamento costuma ser simples, algumas vezes apenas com cloração. Porém, a nobre água subterrânea, costuma sofrer o ataque de algumas instalações subterrâneas, dentre elas, os tanques de combustíveis antigos com vazamento de produto. Para termos uma idéia do tamanho do problema, existem 35.166 postos de combustível no país<span>(2)</span>, supondo que em cada um haja uma tancagem de 60.000 litros, chega-se ao montante de 2 bilhões de litros de produto armazenados subterraneamente. </p> <p>Diante da relevância deste assunto, desde a década de 80, os EUA têm tratado a questão da contaminação de postos e promoveu extenso programa de substituição dos tanques e remediação dos sítios contaminados. No Brasil, a partir de novembro de 2000, aconteceu uma revolução no setor através da publicação da Resolução Conama 273 que estabeleceu a obrigatoriedade de licenças ambientais para funcionamento dos postos, incluindo a substituição de equipamentos e tanques subterrâneos em condições inadequadas de uso. </p> <p class="author"><b>Eng. Silvia Guimarães</b><br> <a href="mailto:silvia.pros@hotmail.com" title="Enviar e-mail">silvia.pros@hotmail.com</a></p> <p>&nbsp;</p> <p><span>1- IBGE, Censo 2000.<br> 2- ANP, 2008.</span></p></p> 2009-07-24 00:00:00 Equipamentos Londrina http:///noticias/24/07/2009/a-nobre-agua-subterranea-e-o-tanque-de-combustivel/ <p> A água tratada que sai da torneira de nossas casas provém de dois tipos de mananciais: superficiais (lagos e rios) ou subterrâneos (aqüíferos), sendo que no Brasil cerca de 60% da população é abastecida com água subterrânea (1). </p> Equipamentos Londrina